Bion
30 July 2030 @ 08:45 am


I don't post cool things, or Gazette-related things, and there's nothing interesting on my journal xD So if you want to add me, tell me why :D
I'm a nice person, I just don't like stranges to read my personal life D:
I post in portuguese, sometimes in english, and from now on, french will be seen here too :D
Bienvenue! Welcome! Seja bem vindo ao meu mundinho estranho :)
Those who add me without commenting will be ignored ._.
Thank you :)
 

 

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Bion
14 September 2009 @ 09:45 am
Título: Until Tomorrow [12/22]
Autora: [info]life_giver
Tradução: [info]madeofsilence
Beta da Tradução: Banana
Status: Em Andamento
Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Não são meus :(
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.
Comentários: No final do capítulo, como sempre :D.

Acho que descobri como te fazer corar. )
 
 
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Bion
24 August 2009 @ 08:45 am
Título: Until Tomorrow [11/22]
Autora: [info]life_giver
Tradução: [info]madeofsilence
Beta da Tradução: Banana
Status: Em Andamento
Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Não são meus :(
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.
Comentários: No final do capítulo, como sempre :D.

Você é só um workaholic que não reserva um minuto que seja pra pensar em si mesmo. )


 
 
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Current Mood: :D
 
 
Bion
17 August 2009 @ 08:58 am
Título: Until Tomorrow (10/22)
Autora: [info]life_giver
Tradução:[info]madeofsilence
Beta da Tradução: Banana
Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Esses lindos meninos pertencem a si mesmos, eles nunca serão meus e tenho certeza que eles são gratos por isso. Quem sabe o que faria caso eu colocasse minhas mãos neles.
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.
Comentários: No final do capítulo, como sempre :D.

Seis centímetros, grande coisa... )


 
 
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Bion
03 August 2009 @ 09:30 am
Título: Until Tomorrow (9/22)
Autora: [info]life_giver
Tradução:[info]madeofsilence
Beta da Tradução: Banana
Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Esses lindos meninos pertencem a si mesmos, eles nunca serão meus e tenho certeza que eles são gratos por isso. Quem sabe o que faria caso eu colocasse minhas mãos neles.
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.
Comentários: No final do capítulo, como sempre :D.


Eu quero que você venha comigo desta vez... )

 
 
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Bion
26 July 2009 @ 08:53 pm
Título: Until Tomorrow (8/22)
Autora: [info]life_giver
Tradução:[info]madeofsilence
Beta da Tradução:  Banana
Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Esses lindos meninos pertencem a si mesmos, eles nunca serão meus e tenho certeza que eles são gratos por isso. Quem sabe o que faria caso eu colocasse minhas mãos neles.
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.
Comentários: No final do capítulo, como sempre :D.


 

Então não seja tão frio assim comigo! )


 



 
 
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Bion
17 July 2009 @ 04:29 pm


CD
Título: Until Tomorrow (7/22)
Autora: [info]life_giver
Tradução:[info]madeofsilence
Beta da Tradução: Banana
Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Esses lindos meninos pertencem a si mesmos, eles nunca serão meus e tenho certeza que eles são gratos por isso. Quem sabe o que faria caso eu colocasse minhas mãos neles.
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.
Comentários: No final do capítulo

Eu só estou brincando, Uru-chan. Você pode ser tão másculo quanto eu às vezes. )

 
 
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Bion
08 October 2008 @ 12:36 pm
Sabe quando você se depara com algo tão absurdo que não consegue se calar quanto à isso?

Eu odeio "fã" de GazettE! Com todo meu coração.

Odeio gente que "odeia fangirls" quando na verdade é só mais uma, enrustida! Odeio pirralhas de 17~18 anos que se acham 'adultas' no direito de degradar outros fãs da banda.  Porra, eu não sou bem mais velha, mas eu conheço os limites que eu tenho que ficar.

Foda-se eu achar o cara bonito, acho mesmo. Você paga as minhas contas? É você que paga os cds que eu importo? Não é, então cala a boca e vai estudar pra ganhar seu dinheiro, ao invés de pedir pro papai comprar!

Cara, não gosta da música? Existem milhares de outras bandas boas, vá ouvi-las!

GazettE não é Deg, porra! Eles não copiam essa banda, porque se copiassem, eu ainda teria orgulho, porque eles tem a capacidade de transformar lixo em coisa boa!

Quer falar de arte?  Falemos de arte, mas você vai conseguir falar outra coisa a não ser "o quão merda GazettE tá ficando"?, pelo amor né..

Depois que você souber respeitar a opinião de outras pessoas, a gente conversa, ok?

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Bion
30 July 2008 @ 02:09 pm
Título: Until Tomorrow (6/22)
Autora: [info]life_giver 
Tradução:[info]madeofsilence 
Beta da Tradução: Banana
Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Esses lindos meninos pertencem a si mesmos, eles nunca serão meus e tenho certeza que eles são gratos por isso. Quem sabe o que faria caso eu colocasse minhas mãos neles.
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.

“Não me diga que você mamava cachaça.” )
 
 
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Bion
26 June 2008 @ 12:42 pm
Título: Until Tomorrow (5/22)
Autora: [info]life_giver
Tradução: [info]madeofsilence
Beta da Tradução: [info]nana_dys
Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Esses lindos meninos pertencem a si mesmos, eles nunca serão meus e tenho certeza que eles são gratos por isso. Quem sabe o que faria caso eu colocasse minhas mãos neles.
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.

 
 
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Bion
 
Behold... My Future
  I will marry Uruha <3.  
  After a wild honeymoon, We will settle down in Russia in our fabulous Apartment.  
  We will have 2 kid(s) together.  
  Our family will zoom around in a Red vectra.
  I will spend my days as a Web Developer, and live happily ever after.  
 
whats your future
 
 
 
Bion
19 May 2008 @ 08:32 am
Título: Until Tomorrow (4/22)
Autora: [info]life_giver
Tradução: [info]madeofsilence
Beta da Tradução: [info]nana_dys
 Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Esses lindos meninos pertencem a si mesmos, eles nunca serão meus e tenho certeza que eles são gratos por isso. Quem sabe o que faria caso eu colocasse minhas mãos neles.
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.


 
 
Current Location: work
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Bion
13 May 2008 @ 03:18 pm
Título: Until Tomorrow (3/22)
Autora: [info]life_giver
Tradução: [info]madeofsilence
Beta da Tradução: Banana
Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Esses lindos meninos pertencem a si mesmos, eles nunca serão meus e tenho certeza que eles são gratos por isso. Quem sabe o que faria caso eu colocasse minhas mãos neles.
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.

“Talvez você seja mesmo o príncipe que mora atrás da trincheira de ovos.”  )



Aoi sabia que não deveria fazer isso. Sua dieta proibia esse tipo de comida, mas ele estava morto de vontade de comer alguma coisa que não fosse verde e tivesse gosto de isopor. Ele enfiou a mão no pacote de novo, e tirou de lá uma linda batatinha, crocante e gordurosa, encarando-a com um olhar cauteloso, mas esfomeado. E então fez o inevitável: colocou a batatinha na boca, saboreando todo aquele sal e gordura saturada, e achando delicioso.

Ora, quem se importa, ele seguia a dieta fielmente. Todos eles seguiam. Eles tinham que seguir, sendo músicos como eram, fazendo shows, sessões de fotos, clipes, eles tinham que estar impecáveis e aquele tipo de comida era prejudicial à saúde e à aparência... Mas... Um pacote de batatinhas de vez em quando não matava ninguém, certo? Além do mais, eles tinham uma nova turnê pela frente e Aoi ficava estressado só de pensar em todo o trabalho que teriam. Ele também merecia um mimo de vez em quando, certo?

Aoi caminhou até a sala preguiçosamente, ainda se enchendo de batatas, e encontrou Uruha sentado com as pernas cruzadas no sofá, o laptop do moreno no colo, o rosto um retrato da concentração. Ao ouvir Aoi entrar, o loiro olhou para cima, seu olhar se fixando no pacote de batatas na mão do moreno. Aoi imediatamente escondeu o pacote atrás das costas, tentando parecer inocente, mas Uruha o olhou e estendeu a mão, movendo os dedos para que Aoi desistisse e entregasse de vez.

“Eu não conto se você não contar.” O loiro brincou, mas ainda com a mão estendida. Aoi suspirou e se arrastou até o sofá, apenas para ter a guloseima confiscada pelo amigo. Assim viu o pacote ao seu alcance, Uruha fez questão de enfiar a mão lá dentro e pescar uma batatinha, colocando-a na boca e saboreando aquela fatia gordurosa de carboidratos, mais ou menos como Aoi havia feito.

“Você poderia ter chocolates por aqui...” Uruha falou com a boca cheia. Aoi riu, pegando o pacote de batatas de volta, aliviado que as batatinhas não tinham sido confiscadas, afinal. “Eu não vivo sem chocolate.”

“E a nossa 'dieta'?” perguntou, observando Uruha voltar a fazer o que quer que estivesse fazendo antes de Aoi chegar.

“Quem se importa? Eu tinha caixas de chocolate pelo apartamento inteiro” Aoi percebeu o tom de tristeza na voz do loiro ao comentar sobre a casa destruída. “Eu escondia em todos os lugares, até no armário do banheiro, para quando eu tomasse banhos de espuma, eu os pegaria para comer com morangos, e ficava lá por horas. Sou folgado, não sou?”

“Se permitir alguns luxos de vez em quando não é ruim. Digo, olha pra mim agora”

“Eu sei, mas eu fazia isso quase todo dia.” Uruha riu, os olhos ainda fixos na tela à sua frente.

“Aí já é outra história, então.”

“Você está me chamando de folgado, Sr. Viciado em Batatinhas?”

“Eu não sou viciado em batatinhas! Eu juro que dificilmente faço isso. Sério” Aoi protestou fracamente, jugando o pacote na mesinha ao lado para enfatizar.

“Sei...” Uruha bufou, obviamente descrente. “Tenho certeza que você faz isso o tempo todo”.

“Hey, foi você que disse que era folgado. Eu só estava tentando ser agradável, continuando a conversa.”

“Prova da sua sensibilidade de rinoceronte. Você não deveria concordar com uma pessoa que está se afogando no lamaçal da auto-depreciação”

“Duvido que você se despreze, Uru-kun.” O moreno comentou.

“Ah, então agora eu sou presunçoso?”

“Eu não disse nada disso!” Uruha riu com o tom desamparado na voz de Aoi. “Você gosta de provocar as pessoas, é?”

“Na verdade, sim. Eu adoro e sou bom nisso, nee?” Uruha se virou, levantando uma sobrancelha. Aoi resmungou, derrotado, assentindo levemente.

“Sim, você é bom nisso, mas é irritante. E não, eu não estou te chamando de irritante”. Aoi disse rapidamente ao ver Uruha abrir a boca para dizer algo. O loiro fechou a boca e sorriu timidamente, e então se virou e ficou quieto enquanto explorava os sites que estava visitando.

“O que você está fazendo?” Aoi perguntou, se curvando para olhar a tela.

“Tentando achar um apartamento, apesar de adorar dormir com você. Está sendo divertido, não?”

“É, muito.” Aoi tentou ser sarcástico, mas ele realmente estava apreciando a companhia de Uruha, mesmo sem ter uma noite de paz há dias. “Mas você não precisa se apressar. Não estou desesperado pra me livrar de você.”

“Que bom, porque eu garanto que você teria trabalho se tentasse. Olha, esse parece legal.” Uruha apontou uma foto na tela. “Dois quartos, um banheiro, muito bom. Não tenho certeza se preciso de outro quarto, mas eu tinha um quarto extra no outro apartamento. Eu o usava para guardar minhas guitarras e os livros que não cabiam na estante do meu quarto. Mas...” Uruha desceu a página. “Acho que é caro demais. Tem esse outro aqui também. Tem um quarto só, mas eu não achei tão legal.” Uruha fez bico, fingindo limpar o suor da testa. “Essa coisa de achar um apartamento novo é difícil. Não estou acostumado a esse tipo de trabalho.”

“Então acho que os shows são bobagem...” Aoi provocou.

“Brincadeira de criança.” Uruha sacudiu a mão, indiferente.

“Bom, já que você está trabalhando tão duro, por que você não faz uma pausa pra gente ir tomar um sorvete, hein?” Uruha quase gritou de alegria, pulando e colocando o laptop no sofá ao lado.

“Eu estava morrendo de vontade de tomar sorvete. Danem-se as dietas.” Uruha jogou os braços em volta do pescoço do moreno por alguns momentos, antes de sair correndo da sala, provavelmente para se arrumar.

“É, danem-se as dietas.” Aoi respondeu para a sala vazia, levantando-se para procurar sua carteira e as chaves, onde quer que elas estivessem. Foi apenas depois de algumas tentativas, o balcão da cozinha, a mesa de centro, o criado mudo, e a pia do banheiro, até que achou as malditas chaves ao lado do creme de barbear e da pasta de dentes. Como elas haviam ido parar ali, ele não sabia, mas não era a primeira vez que elas se enfiavam em um lugar estranho. A carteira estava no bolso da calça que ele havia usado no dia anterior. No momento em que estava pegando e colocando a carteira no bolso, Uruha entrou, se apoiando no batente da porta para observá-lo.

“Pronto”. Ele anunciou, soprando uma mecha de cabelo que havia caído em seu rosto. Uruha estava em seus shorts costumeiros de verão, mostrando seu bem mais precioso: as coxas. Aoi percebeu que mesmo no inverno, as roupas que o guitarrista escolhia eram igualmente andróginas. “Eu queria ter dinheiro para pagar, mas eu acho que posso te deixar pagar para mim, se você insistir. Você insiste?” O loiro perguntou, desafiando o outro a dizer não, ainda que ambos soubessem que Aoi não o faria.

“Eu insisto. Eu disse, vou te levar para sair, então isso quer dizer que eu vou pagar, é claro. Mas você não tem uma conta no banco, em algum lugar, com seu dinheiro? E não vale dizer que você guardava o dinheiro debaixo do colchão.”

“Como eu compraria um apartamento sem dinheiro, Aoi-kun? É claro que eu tenho uma conta no banco, eu só preciso me lembrar do número. Mas não se preocupe, provavelmente eu vou lembrar... dentro de alguns dias. O papel onde eu tinha anotado isso estava no apartamento.”

“Você não decorou?” Aoi perguntou, chocado.
“Eu já tenho coisas demais pra decorar. Mas eu vou lembrar, não se preocupe.” Uruha afirmou, antes de sair do quarto, tendo em seu encalço um Aoi que não sabia exatamente o que pensar de alguém que perdia o número da conta que gardava todo seu dinheiro.




************************




Gente, vocês tem que me dizer o que acham ;D Nhaim, se não nem vale a pena continuar D:
A autora ta querendo saber a opnião de vocês ;D Digam pra eu poder traduzir pra ela e responder, okei?
Bejinhos pra vcs ;*</div>
 
 
Current Location: work
Current Mood: pessimistic
Current Music: Slow Moves - Jose González
 
 
Bion
05 May 2008 @ 01:36 pm
Título: Until Tomorrow (2/22)
Autora: [info]life_giver  
Tradução: [info]madeofsilence 
Beta da Tradução: Banana
Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Esses lindos meninos pertencem a si mesmos, eles nunca serão meus e tenho certeza que eles são gratos por isso. Quem sabe o que faria caso eu colocasse minhas mãos neles.
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.


Aí eu te abracei e te chamei pra dar um passeio, mas um moleque chato jogou sorvete em mim. )

 
“Não está tão... mal...” Aoi tentou suavizar, ao se deparar com os restos do apartamento de Uruha. Eles precisaram brigar para convencer os policiais a deixá-los entrar, porque o prédio havia sido interditado; mas finalmente, depois do choro fingido e das súplicas de Uruha, eles foram autorizados a entrar, mas só para pegar o que havia sobrado e então ir embora. Ele observou a figura pálida de Uruha se mover pelo quarto, que ainda cheirava a fumaça, pegando algumas coisas para olhar, levantando pedaços de madeira para ver se havia algo sob eles. Uruha pegou um porta-retratos, sorrindo mansamente e mostrando-o para Aoi.

 
“A banda”, ele explicou antes de colocá-lo na bolsa que havia trazido. Aoi sorriu de volta e foi para o que antes era o quarto de Uruha. Ele estivera lá algumas vezes, quando Uruha estava atrasado e ele tinha que apressá-lo.

 
Onde antes ficavam os tapetes indianos, agora havia somente restos de pano queimado. No lugar da cama, uma enorme e luxuosa cama de ébano, pelo que Aoi lembrava, agora restava apenas um colchão carbonizado e pedaços de madeira queimados ao redor. Era um cenário desolador no quarto escuro e enfumaçado.

 
Uruha montara um belo apartamento, cheio de coisas exóticas vindas de diferentes partes do mundo. Ele era o que se poderia chamar de um colecionador. Um belo espelho chinês, pintado à mão, ainda pendia à parede; mas o vidro estava quebrado e manchado pela fuligem. A madeira havia queimado e se desprendido da moldura. Como Uruha podia permanecer inalterável diante disso? A cômoda veneziana estava destruída, mesmo os livros que Uruha possuía agora não passavam de cinzas.

 
Aoi se moveu cautelosamente pelo quarto, indo para um dos cantos, onde ainda havia um pouco de luz. Ao afastar pedaços de madeira, papel de parede queimado e cacos de um vaso despedaçado, ele encontrou uma das guitarras de Uruha, arruinada. Ao pegá-la, notou que o pescoço estava quebrado e as cordas, partidas; e mal se podia imaginar que o instrumento fora branco, um dia.

 
Enquanto observava o instrumento quebrado, Aoi ouviu um som abafado, vindo do cômodo onde Uruha devia estar naquele instante, procurando algo que tivesse escapado do fogo. Cuidadosamente, devolveu a guitarra ao lugar em que a encontrara, mesmo sabendo que já não havia chances de restaurá-la. Havia sido um belo instrumento, e seria rude maltratá-lo ainda mais que o fogo já havia feito.

 
Aoi espiou pela abertura onde antes ficava a porta, e viu Uruha segurando um objeto que parecia uma caixa, obviamente chorando. Ele mal podia distinguir algo no apartamento, tudo estava queimado ou chamuscado, ou em cinzas. Uruha apertou a caixa contra o peito e lançou um olhar perdido à sua volta, o lábio inferior tremendo levemente enquanto observava os destroços.

 
“Uruha” Aoi chamou a atenção do outro, suavemente. Uruha teve um sobressalto, limpando rapidamente as lágrimas do rosto.

 
“Sim?” E sua voz ainda soava incerta, enquanto colocava a caixa sobre a mesa próxima a uma das janelas.

 
“Eu achei... uma das suas guitarras” Aoi disse, nervosamente. Ele nunca havia visto Uruha chorar, nunca o vira triste, na verdade, e era um pouco desconcertante vê-lo assim. “Mas está arruinada. Você achou mais alguma coisa?” Aoi olhou por sobre o ombro do loiro, tentando ver melhor a caixa atrás dele. A mão de Uruha cobriu a caixa num gesto protetor, escondendo-a.

 
“Nada importante, só uns filmes, cd’s e roupas que eu tinha comprado na última turnê e esquecido num canto do guarda-roupas”. Era possível notar que a voz de Uruha estava anasalada enquanto ele falava.

 
“Ah” Aoi imaginou por que Uruha tentara esconder a caixa dele. Parecia algo importante para o guitarrista, ou ele não choraria ao vê-la. Ou talvez ele estivesse chorando pelo apartamento, não querendo parecer tão desapegado de tudo. Uruha era complicado nesse sentido e Aoi achava que nunca o compreenderia. “Então ponha tudo na bolsa para sairmos logo daqui, é meio assustador”.

 
“Eu só acho um pouco... abandonado” Uruha comentou suavemente, enquanto tirava as roupas do closet, que parecia quase intacto, e as colocava na sacola que havia trazido. “Eu consigo achar outra casa, e essas são apenas coisas materiais”.

 
“Claro, mas com certeza elas guardam algum significado para você”.

 
“Na verdade, não. Elas podem ser substituídas. Você achou mais alguma coisa?”

 
“Só isso”. Aoi tirou um longo cordão prateado do bolso e o entregou para o guitarrista, que imediatamente o colocou no pescoço, limpando os restos de cinza da peça.

 
“Presente do Ruki. É bom que tenha sobrevivido. Prova a graciosidade escondida dele”

 
“É bonito”. Aoi comentou, estendendo a mão para tocar o pingente azul peso ao cordão, roçando levemente a pele sob ele, sem querer. Uruha sorriu e levou a mão ao pingente, assim que Aoi retirou a sua. “Eu não sabia que Ruki era tão doce”.

 
“Ele é, quando quer. Ele me disse que foi porque consegui passar um ano inteiro sem acabar com um caro. Mas isso foi obra sua, já que resolveu me dar carona para os ensaios”.

 
“Isso porque seu carro... hã... seus carros foram destruídos”.

 
“Mas isso é porque-”

 
“Tá, tá, eu sei. O sinal não foi com a sua cara, e ocmo você estava atrasado resolveu tentar a sorte... E qual foi o outro mesmo? Ah, sim, os outros motoristas te deixaram nervoso, dirigindo muito perto, e isso te enceu o saco... que nem a faixa do Reita.”

 
“Mas foi isso mesmo. Você que sabe se acredita ou não”.

 
“Eu acredito em você.” Aoi afirmou gentilmente. Ele sabia que o amigo estava triste, mesmo que não demonstrasse. “Vamos. Podemos parar e almoçar no caminho de casa.” Uruha pegou a sacola e sorriu docemente.

 
“Casa? Você não quis dizer a sua casa?”

 
“Bom, você está morando comigo agora, não está?” Uruha encolheu os ombros com a observação.

 
“Tem razão. Sabe, até que você é bem legal e inteligente pra alguém sem imaginação nenhuma”. Aoi franziu as sobrancelhas

 
“Ei, assim você me ofende.”

 
“Mas” Uruha levantou um dedo e sorriu, irônico “Perceba que eu te elogiei... usando um insulto”

 
“Nossa, me senti melhor então” Aoi ironizou, rindo da dancinha da vitória que Uruha fez.

 
“Você nunca pára?” Aoi perguntou, incrédulo.

 
“A vida é curta demais para parar. Olha, um déjà vu. Nós já conversamos sobre isso ontem à noite ou eu estava sonhando de novo?” Uruha perguntou, descendo as escadas e passando pelos policiais que patrulhavam o saguão do prédio.

 
“Nós conversamos, e você não estava sonhando... de novo. Eu nem sabia que você teve um sonho, pra começar”.

 
“Eu tive. E foi bizarro” Deus, o que um cara desses considerava estranho? Aoi abriu a porta para Uruha e seguiu atrás dele, deixando a porta se fechar sozinha. “Eu estava andando por uma rua, esta rua pra ser mais exato. E um homem estava voando por cima dos prédios, mas ninguém conseguia notar... só eu, porque eu achei muito legal e queria voar que nem ele”

 
“Mmhmm” Aoi resmungou, se acomodando no banco do motorista e esperando Uruha colocar o cinto de segurança.

 
“Então eu comecei a acenar e correr atrás dele pela rua, mas ele voava muito rápido e eu não conseguia alcançá-lo, e isso estava me deixando muito frustrado, e de repente ouvi uma buzina atrás de mim e quando virei, vi um caminhão vindo na minha direção, mas eu não conseguia me mexer. Eu estava apavorado, mas adivinha?” Uruha sorriu bobamente, esperando Aoi dizer algo. Aoi levantou a cabeça e olhou o retrovisor, tentando ajustá-lo e manter os olhos na estrada ao mesmo tempo.

 
“O quê?”

 
“Você apareceu do nada e me tirou do meio da rua. Não é demais?”

 
“Eu ter te salvado? Claro. Mas foi só um sonho.”

 
“Eu disse que era. Aí eu te abracei e te chamei pra dar um passeio, mas um moleque chato jogou sorvete em mim. Eu ia lá dar uns tabefes nele com você me dando o maior apoio, mas aí eu acordei, então não sei se cheguei a bater no moleque ou não, mas teria sido hilário”.

 
“Eu não te ajudaria a bater numa criança, Uru. Você realmente tem problemas”.

 
“Você parecia tão livre no sonho, Aoi. Talvez tenha algum significado”.

 
“Ah é? Qual?” Aoi freou de repente ao ver que o sinal estava vermelho.

 
“Eu acho que você devia ter mais imaginação, se soltar mais” Uruha bufou, se agarrando ao cinto enquanto o carro parava bruscamente.

 
“Eu acho que tem outro significado, Uruha”.

 
“Que seria...?”

 
“É pra você tomar mais cuidado” Uruha riu, concordando um pouco com a provocação. “Ou... que você tem um medo absurdo de morrer”.

 
“É outra das minhas fobias. Você não lê?”

 
“Eu pefiro compor” Aoi respondeu, sinceramente.

 
“Eu não lembro o nome... Eu nunca lembro quais são os nomes das minhas fobias quando tenho que falar delas”.

 
“Mas quantas você tem, Uruha?” Aoi olhou para ele, descrente.

 
“Mais do que eu me lembre...” E isso não parecia exagero.


 

*************



Meu Deus~ que pressa D:

Depois eu volto e comento ;D

Kissus

</div>


 
 
Current Mood: hyper
 
 
Bion
26 April 2008 @ 02:35 pm
Título: Until Tomorrow (1/22)
Autora: [info]life_giver   
Tradução: [info]madeofsilence  
Beta da Tradução: [info]nana_dys   
Categoria: the GazettE
Casal: Aoi / Uruha
Classificação: +18
Disclaimer: Esses lindos meninos pertencem a si mesmos, eles nunca serão meus e tenho certeza que eles são gratos por isso. Quem sabe o que faria caso eu colocasse minhas mãos neles.
Sinopse: Uruha sempre foi estranho aos olhos de Aoi, mas quando ele se vê preso na teia de peculiaridades do loiro, ele descobre que não consegue escapar, e de alguma forma... talvez ele não queira.

 
 
Current Mood: accomplished